“O relato de uma mulher infeliz”, por Eloésio Paulo sobre o livro “A imaginária” de Adalgisa Nery
Devia haver uma lei universal obrigando todos os autores de livros a rever suas obras, senão antes de publicá-las, pelo menos a cada nova edição. Determinados deslizes são imperdoáveis, e não adianta colocar a culpa no revisor. A narradora de A imaginária (1959), por exemplo, a certa altura passa a dizer que tem “filhinhos”, mas … Ler mais