Um Balzac decepcionante

A imagem é uma arte criada com um fundo escuro com as palavras "Montra por Eloésio Paulo" escritas no topo, em branco e azul. À esquerda, há a foto do colunista Eloésio Paulo, que é um homem de pele clara e cabelos grisalhos, usando uma camisa social bege, sorrindo para a câmera. Ao centro-direita, há a capa do livro "A Mulher de Trinta Anos" de Honoré de Balzac, com uma ilustração de uma mulher de chapéu em tons de verde. Abaixo da capa, há um banner azul com o título do livro e o nome do autor em letras brancas.

Até quem jamais leu um livro de Honoré de Balzac sabe, em geral, que o adjetivo balzaquiana é usado para designar uma mulher madura. Essa, por assim dizer, mitologia radica escassamente num único capítulo do romance A mulher de trinta anos (1834), que está entre os mais conhecidos títulos da volumosa obra do escritor francês. … Ler mais

Você e eu não temos livre-arbítrio e Kelsen explica

A imagem é uma arte produzida, a qual apresenta um fundo amarelo com a palavra "ARTIGOS" repetida várias vezes em grande escala, formando um padrão que cobre toda a área. Em destaque, há uma foto do autor do artigo, o professor Waldir Severiano de Medeiros Júnior, em preto e branco. Ele é homem com barba cheia e que usa óculos. Ele está olhando diretamente para a câmera, com uma expressão séria.

Livre-arbítrio como o oposto da lei da causalidade Kelsen começa sua crítica ao livre-arbitrismo tratando daquela que talvez seja a maior das crenças comuns sobre o livre-arbítrio, a saber: que o livre-arbítrio é o antônimo, o oposto diametral e o antípoda do determinismo causal. Aqui, a crença comum está “correta”, porque todo e qualquer livre-arbítrio, … Ler mais

“A Gestão Pública Danificada: uma análise crítica à luz da dialética negativa de Theodor Adorno”- Elisa Zwick

No seu mais recente livro, Elisa Zwick, professora da UNIFAL-MG Varginha, apresenta inquietações existentes no campo da Administração, em especial, nas pesquisas voltadas à Gestão Pública a respeito da raridade de estudos fundamentados em perspectivas críticas que apontem as mazelas do campo como realmente são. Essa é a tônica da obra “A Gestão Pública Danificada: … Ler mais

Em encontro com estudantes dos cursos de Letras, equipe de comunicação apresenta o projeto +Ciência e oportunidades de colaboração com o Jornal UNIFAL-MG

Integrantes da equipe da Diretoria de Comunicação Social (Dicom) da UNIFAL-MG participaram de um encontro com estudantes dos cursos de Letras, durante a aula da professora Flaviane Faria Carvalho, das disciplinas de Introdução à Editoração e Projeto Editorial, na segunda-feira (23). O objetivo foi apresentar o projeto de divulgação científica +Ciência, coordenado pela Dicom, e … Ler mais

Explicação do fim do mundo

No já longínquo ano de 1998, Jacques Attali fazia estas duas previsões: O transporte da voz logo virá a ser acompanhado de forma econômica pelo da imageme dos dados. Em 2005, será possível veicular imagens em banda larga no mundo inteiro.Surgirão telefones celulares com telas em miniatura, permitindo ver filmes e recebertelevisão e Internet, além … Ler mais

A Saúde dos Condenados – Políticas Públicas de Saúde aos que Cumprem Pena

O sistema prisional brasileiro enfrenta, historicamente, uma série de desafios estruturais: superlotação, condições insalubres e violação de direitos fundamentais não compreendidos na sentença penal condenatória. Nesse contexto, destaca-se a questão da saúde dos detentos, que é, em regra, negligenciada, o que reflete a realidade também vivida pelos não cativos. A Constituição Federal, em seu artigo … Ler mais

Se tributo não é multa/pena, o que ele é e para que serve?

Segundo o art. 3º do Código Tributário Nacional (CTN) – que, nunca é demais lembrar, embora da década de 60, foi materialmente recepcionado pela Constituição de 1988 –, “[t]ributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada … Ler mais

Nosso primeiro contista

Para um jovem que imagina – é bem comum – estar reinventando o mundo, ler Noite na taverna (1855) pode ser um bom negócio. O livro de contos de Álvares de Azevedo é um pequeno tratado de transgressões que ainda assustam muita gente: necrofilia, incesto, canibalismo, blasfêmia. Apresenta o leitor a certas virtualidades do humano … Ler mais

Como o Estado indeniza o cidadão pelos danos cometidos por seus agentes?

O dever de reparar os danos causados por condutas, comissivas ou omissivas, imputadas a agentes públicos, denomina-se responsabilidade civil do Estado. A qual poderá se configurar: ou a) no contexto de uma relação contratual, em que há um vínculo jurídico especial prévio entre o Estado e a vítima (pense-se, por exemplo, num contrato administrativo, precedido … Ler mais